quarta-feira, 29 de julho de 2009
Um monge perguntou para o mestre,
"Mestre, por favor, me ensine o segredo do buddhismo."
"Ah sim, mas hoje tem muita gente, quando tiver mais ninguém, vou te ensinar", disse o mestre.
No dia seguinte, o monge chegou de novo, "Mestre, tem mais ninguém, me ensine agora."
"Ah, vem cá." E foi para o jardim. Aí o mestre disse:
"Está vendo? Esta árvore é alta e aquela outra é baixa. Este é que é o segredo do buddhismo."
(Ryotan Tokuda Igarashi, Psicologia Budista)
"Mestre, por favor, me ensine o segredo do buddhismo."
"Ah sim, mas hoje tem muita gente, quando tiver mais ninguém, vou te ensinar", disse o mestre.
No dia seguinte, o monge chegou de novo, "Mestre, tem mais ninguém, me ensine agora."
"Ah, vem cá." E foi para o jardim. Aí o mestre disse:
"Está vendo? Esta árvore é alta e aquela outra é baixa. Este é que é o segredo do buddhismo."
(Ryotan Tokuda Igarashi, Psicologia Budista)
segunda-feira, 27 de julho de 2009
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Segue uma adaptação dos versos de Kim e Alison McMillen, do livro com o mesmo nome…
Quando me amei de verdade
Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exacto. E, então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome: auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que a minha angústia, o meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades.
Hoje sei que isso é ser autêntico.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, incluindo eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é respeito.
Quando me amei de verdade, comecei a livrar-me de tudo que não fosse saudável…Pessoas, tarefas, crenças, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início, a minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projectos megalómanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é saber viver a vida intensamente.
Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei muito menos vezes.
Hoje descobri a humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, mantenho-me no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez, plenamente.
Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode atormentar-me e decepcionar-me. Mas quando eu a coloco ao serviço do meu coração, ela torna-se uma grande e valiosa aliada.”
in Monja Isshin
Quando me amei de verdade
Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exacto. E, então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome: auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que a minha angústia, o meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades.
Hoje sei que isso é ser autêntico.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, incluindo eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é respeito.
Quando me amei de verdade, comecei a livrar-me de tudo que não fosse saudável…Pessoas, tarefas, crenças, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início, a minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projectos megalómanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é saber viver a vida intensamente.
Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei muito menos vezes.
Hoje descobri a humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, mantenho-me no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez, plenamente.
Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode atormentar-me e decepcionar-me. Mas quando eu a coloco ao serviço do meu coração, ela torna-se uma grande e valiosa aliada.”
in Monja Isshin
quarta-feira, 22 de julho de 2009
segunda-feira, 20 de julho de 2009
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Pele


umas pessoas têm a pele dura como a borracha dum pneu, outras, mole como um tecido de verão.
Umas têm a pele lisa como uma folha de cameleira, outras ásperas como uma folha de nabiça, outras como a parte de trás das folhas do meu castanheiro.
Umas, a pele veste só os ossos, outras, têm uma camada protectora que deve ser como as lontras.
Não sei, mas parece-me que a forma da pele fala sobre a personalidade de cada um.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
"Quem tem bom gosto?
Um mestre oferece um melão a um discípulo.
- Que te parece o melão? - pergunta-lhe. - Tem bom gosto?
- Sim, sim ! Muito bom gosto! - ouve o discípulo.
O mestre faz então outra pergunta:
- O que é que tem bom gosto, o melão ou a língua?
O discípulo reflete, confunde-se e retruca:
- O sabor provém da interdependência, não só do gosto do melão e da língua, mas igualmente da interdependência da...
- Idiota! Tríplice idiota! - atalha o mestre, colérico. - Por que complicas o teu espírito? O melão é bom. Gosto explica-se por esse único aspecto. A sensação é boa. É o suficiente."
in Contos Zen


Um mestre oferece um melão a um discípulo.
- Que te parece o melão? - pergunta-lhe. - Tem bom gosto?
- Sim, sim ! Muito bom gosto! - ouve o discípulo.
O mestre faz então outra pergunta:
- O que é que tem bom gosto, o melão ou a língua?
O discípulo reflete, confunde-se e retruca:
- O sabor provém da interdependência, não só do gosto do melão e da língua, mas igualmente da interdependência da...
- Idiota! Tríplice idiota! - atalha o mestre, colérico. - Por que complicas o teu espírito? O melão é bom. Gosto explica-se por esse único aspecto. A sensação é boa. É o suficiente."
in Contos Zen
quarta-feira, 15 de julho de 2009
terça-feira, 14 de julho de 2009
"-Poema -
As flores nascem, amadurecem, completam-se,abrem corolas.
- De dentro de ti saem as flores do canto:
derrama-las sobre os homens, sobre eles as esparzes:
tu és cantor!
- Frui do canto, todos vós,
frui, dançai, entre as flores respira o canto:
e eu, cantor, respiro no meu canto!
Poemas Ameríndios
mudados para português
Herberto Helder"
segunda-feira, 13 de julho de 2009
"Os dois Lobos
Um ancião índio descreveu os seus conflitos internos da seguinte maneira:
- Dentro de mim tenho dois lobos. Um deles é cruel e mau. O outro é muito bom. Os dois lobos estão sempre à briga.
Quando lhe perguntaram qual o lobo que ganhava a briga, o ancião respondeu:
- Aquele que eu alimentar. "
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