sexta-feira, 22 de setembro de 2006
quinta-feira, 21 de setembro de 2006
sexta-feira, 8 de setembro de 2006
eis se não quando:cai uma bomba
lançam um grito
lanças entram nos ouvidos e cravam-se nos núcleos dos neurónios
e todos espalham através das fibras nervosas
um choque eléctrico a todas as partes do corpo,
um grito de dor, profundo e rápido
fico estática
o choque paralisa-me
o que é este grito?
o que é esta dor?
são flores que explodem, bombas de flores
de todas as cores
não foi um susto,
não provocou qualquer dor
o choque eléctrico foi o despertador:
“Está na hora de ACORDAR!!!
De LEVANTAR!!!
De PÔR O DIA A CORRER!!!
E as MÃOS e BRAÇOS e CORPO a MEXER!!!”
a mexer nas flores
a cheirar o perfume
a cuidar de explodir mais bombas, bombas de flores
por todo o lado
para todos acordarem
ao escutarem o clique do detonador
do Amor a ligar a bomba
que espalha a COR e a ALEGRIA de viver!!!
a.mar
um choque eléctrico a todas as partes do corpo,
um grito de dor, profundo e rápido
fico estática
o choque paralisa-me
o que é este grito?
o que é esta dor?
são flores que explodem, bombas de flores
de todas as cores
não foi um susto,
não provocou qualquer dor
o choque eléctrico foi o despertador:
“Está na hora de ACORDAR!!!
De LEVANTAR!!!
De PÔR O DIA A CORRER!!!
E as MÃOS e BRAÇOS e CORPO a MEXER!!!”
a mexer nas flores
a cheirar o perfume
a cuidar de explodir mais bombas, bombas de flores
por todo o lado
para todos acordarem
ao escutarem o clique do detonador
do Amor a ligar a bomba
que espalha a COR e a ALEGRIA de viver!!!
a.mar
terça-feira, 5 de setembro de 2006
das ondas da água do Mar na areia
igual ao desenho
das ondas das labaredas do fogo
igual ao desenho
das ondas da lava solidificada nas superfícies terrestres
igual ao desenho
das correntes de ar invisível do vento
igual ao desenho
das ondas das fibras musculares.
há, em algumas áreas, pontos em que se unem e dirigem
a sua força num sentido,
há, outras diferentes áreas em que os pontos se separam,
divergem as direcções dos segmentos e orientação,
e a área de acção aumenta e a força atenua-se.
Em todos os casos há oxigénio à mistura...
e ondas.
a.mar
quinta-feira, 31 de agosto de 2006
segunda-feira, 28 de agosto de 2006
sábado, 26 de agosto de 2006
segunda-feira, 21 de agosto de 2006
sábado, 19 de agosto de 2006
quarta-feira, 16 de agosto de 2006
quarta-feira, 9 de agosto de 2006

correr até aos sonhos
Francis Obikwelo
Francis Obirah Obikwelu (Onitsha, 22 de Novembro de 1978) é um atleta nascido na Nigéria e naturalizado português desde 2001. Obikwelu é especializado nos 100 e 200 metros. Venceu os 100m nos campeonatos europeus em 2006 com tempo de 9,99s. Ganhou também a prata na prova dos 100 m nos Jogos Olímpicos de Verão de 2004 em Atenas. Foi a primeira medalha de sempre para Portugal em provas rápidas e foi também o record Europeu dos 100m livres com uns impressionantes 9,84s.
Estava ilegal, ninguém "podia" dar-lhe a mão, teve que ir trabalhar para a construção civil,
mas há sempre alguém que se arrisca a ajudar...
Ele aí está, com toda a força de vontade a correr para onde um dia tinha sonhado.
Ele aí está, com toda a força de vontade a correr para onde um dia tinha sonhado.
terça-feira, 8 de agosto de 2006
segunda-feira, 7 de agosto de 2006
milhões de pessoas,
milhões de células,
milhões de formigas,
milhões de grãos de pólen,
milhões de folhas nas árvores
e milhões de alfaces,
milhões de palavras,
e quilómetros
e milhões de microorganismos
e bactérias
e milhões de litros de água
e milhões de toneladas de terra,
milhões de moléculas de oxigénio,
milhões de batimentos do coração
e traços dos desenhos
e estrelas do Universo.
a.mar
milhões de células,
milhões de formigas,
milhões de grãos de pólen,
milhões de folhas nas árvores
e milhões de alfaces,
milhões de palavras,
e quilómetros
e milhões de microorganismos
e bactérias
e milhões de litros de água
e milhões de toneladas de terra,
milhões de moléculas de oxigénio,
milhões de batimentos do coração
e traços dos desenhos
e estrelas do Universo.
a.mar
quarta-feira, 2 de agosto de 2006
domingo, 30 de julho de 2006
sexta-feira, 28 de julho de 2006
as crises que revelam os heróis
ainda não havia neste planeta americanos e já nós tínhamos grandes heróis aventureiros que escreveram as maiores epopeias da nossa história humana, portanto, nós, portugueses já estamos naquela fase em que Deus tira tudo o que se tem para se compreender o que é realmente importante na vida de uma pessoa, portanto, muito à frente dos americanos em termos de evolução. Eles, coitaditos, ainda andam no tempo, relativamente, dos povos bárbaros, a conquistar países pela força.
É ver a Condulisa Arroz a viajar para tudo quanto é país conflituoso para ver se arranja, tipo cigano, negócios para a venda da produção anual de armas do país dela. Isso é que é não desperdiçar oportunidades.
A senhora até tem o nome do alimento das vítimas da pobreza e das catástrofes naturais - Rice- .
Nós, portugueses, já estamos na fase da contemplação da riqueza dos vizinhos e das montras dos grandes centros comerciais ao fresco do ar condicionado, sim, porque está um calor dos diabos para andar lá fora a observar passarinhos no meio da natureza.
É ver a Condulisa Arroz a viajar para tudo quanto é país conflituoso para ver se arranja, tipo cigano, negócios para a venda da produção anual de armas do país dela. Isso é que é não desperdiçar oportunidades.
A senhora até tem o nome do alimento das vítimas da pobreza e das catástrofes naturais - Rice- .
Nós, portugueses, já estamos na fase da contemplação da riqueza dos vizinhos e das montras dos grandes centros comerciais ao fresco do ar condicionado, sim, porque está um calor dos diabos para andar lá fora a observar passarinhos no meio da natureza.
sexta-feira, 21 de julho de 2006
quarta-feira, 19 de julho de 2006
segunda-feira, 17 de julho de 2006
terça-feira, 11 de julho de 2006
sábado, 8 de julho de 2006
sexta-feira, 7 de julho de 2006
quinta-feira, 6 de julho de 2006
quarta-feira, 5 de julho de 2006
admiro o teu sorriso
é a palavra lindíssimo
é a palavra admirável
é a palavra completamente
e o tamanho da palavra Universo
e a curvatura da palavra esfera/ Terra
e todas as tonalidades da palavra cor/ Luz
é o teu sorriso,
e estrelas à minha volta
brilham milhões de estrelas ao meu redor!
a.mar
é a palavra admirável
é a palavra completamente
e o tamanho da palavra Universo
e a curvatura da palavra esfera/ Terra
e todas as tonalidades da palavra cor/ Luz
é o teu sorriso,
e estrelas à minha volta
brilham milhões de estrelas ao meu redor!
a.mar
terça-feira, 4 de julho de 2006
sexta-feira, 30 de junho de 2006
quinta-feira, 29 de junho de 2006
Sentei-me aqui à espera de alguma notícia.
Percorro com os olhos este rectângulo de luzes, ou mais claras ou mais escuras. Signos perfeitamente rectos que mostram mensagens inconfundíveis ou manchas indefinidas que transmitem mensagens descodificáveis à medida dos meus olhos.
Lá fora tudo é luz também. Realmente. Esta aqui é que está mais arrumada, delimitada, encaixadinha, comodamente encaixada. Ao mínimo esforço de um toque de um dedo, dá-se a volta ao Mundo, ao Universo. E nós, parados.
E eu parada, só o mínimo movimento e o mínimo tempo.
Passado, presente e futuro num segundo. É mesmo muitos acontecimentos num espacinho diminuto
Mas é tanta luz no mínimo de desgaste de mim.
Outra coisa é eu ir por aí desfazendo-me em grãos de areia da praia. De encontro às rochas que nas minhas ondas vou encontrando. Assim fico dividida, existo nos lugares onde passei, larguei células minhas, mortas nesses lugares onde estive.
Esteja eu aqui ou a circular por aí, o meu corpo está sempre a fazer-se e a desfazer-se por detrás da minha consciência. O que era seiva, formou-se em madeira e será devorado em pó para correr em seiva, formar-se em madeira para ser alimento de seiva e madeira e desfazer-se em pó.
Lá fora talvez haja mais seiva para eu me misturar e dividir o meu pó por mais madeiras. E a Luz é ilimitada e livre. a.mar
Percorro com os olhos este rectângulo de luzes, ou mais claras ou mais escuras. Signos perfeitamente rectos que mostram mensagens inconfundíveis ou manchas indefinidas que transmitem mensagens descodificáveis à medida dos meus olhos.
Lá fora tudo é luz também. Realmente. Esta aqui é que está mais arrumada, delimitada, encaixadinha, comodamente encaixada. Ao mínimo esforço de um toque de um dedo, dá-se a volta ao Mundo, ao Universo. E nós, parados.
E eu parada, só o mínimo movimento e o mínimo tempo.
Passado, presente e futuro num segundo. É mesmo muitos acontecimentos num espacinho diminuto
Mas é tanta luz no mínimo de desgaste de mim.
Outra coisa é eu ir por aí desfazendo-me em grãos de areia da praia. De encontro às rochas que nas minhas ondas vou encontrando. Assim fico dividida, existo nos lugares onde passei, larguei células minhas, mortas nesses lugares onde estive.
Esteja eu aqui ou a circular por aí, o meu corpo está sempre a fazer-se e a desfazer-se por detrás da minha consciência. O que era seiva, formou-se em madeira e será devorado em pó para correr em seiva, formar-se em madeira para ser alimento de seiva e madeira e desfazer-se em pó.
Lá fora talvez haja mais seiva para eu me misturar e dividir o meu pó por mais madeiras. E a Luz é ilimitada e livre. a.mar
quarta-feira, 28 de junho de 2006
terça-feira, 27 de junho de 2006
terça-feira, 20 de junho de 2006
quarta-feira, 14 de junho de 2006
sábado, 10 de junho de 2006
domingo, 4 de junho de 2006
sexta-feira, 2 de junho de 2006
quinta-feira, 1 de junho de 2006
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