sexta-feira, 23 de março de 2012

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.doce amor
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quinta-feira, 22 de março de 2012

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quarta-feira, 21 de março de 2012

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terça-feira, 20 de março de 2012

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chega a Primavera e já cá está o perfume do Jasmim no meu Jardim


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domingo, 18 de março de 2012

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sábado, 17 de março de 2012

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sexta-feira, 16 de março de 2012

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hoje Alegria por estares viva

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quinta-feira, 15 de março de 2012

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ondas de som de a.mar

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Agora amo a natureza (...)

 Religiosamente, a meu modo, como antes,
Mas de outra maneira, mais comovida e mais próxima...
Vejo melhor os rios quando vou contigo
Pelos campos à beira dos rios;
Sentado a teu lado reparando nas nuvens
Reparo nelas melhor...
Tu não me tiraste a natureza...
Tu mudaste a Natureza...
Trouxeste a Natureza para o pé de mim.
Por tu me amares, amo-a do mesmo modo, mas mais,
Porque tu me escolhestes para te ter e te amar(...)

Fernando Pessoa
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terça-feira, 13 de março de 2012

"Quando Vier a Primavera"

Quando vier a Primavera,
Se eu já estiver morto,
As flores florirão da mesma maneira
E as árvores não serão menos verdes que na Primavera passada.
A realidade não precisa de mim.

Sinto uma alegria enorme
Ao pensar que a minha morte não tem importância nenhuma

Se soubesse que amanhã morria
E a Primavera era depois de amanhã,
Morreria contente, porque ela era depois de amanhã.
Se esse é o seu tempo, quando havia ela de vir senão no seu tempo?
Gosto que tudo seja real e que tudo esteja certo;
E gosto porque assim seria, mesmo que eu não gostasse.
Por isso, se morrer agora, morro contente,
Porque tudo é real e tudo está certo.

Podem rezar latim sobre o meu caixão, se quiserem.
Se quiserem, podem dançar e cantar à roda dele.
Não tenho preferências para quando já não puder ter preferências.
O que for, quando for, é que será o que é.

Alberto Caeiro, in "Poemas Inconjuntos"
Heterónimo de Fernando Pessoa
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.um ninho de aranhas minúsculas
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Uma diversidade de vírus controlam a população das Heterosigma akshino.
Os vírus são uma forma que a Natureza encontrou de controlar o número de indivíduos de cada espécie.
Olha o ser humano a encontrar tudo o que é anti-vírus para sobreviver.
E a Natureza a lutar, com novas formas de vírus.
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domingo, 11 de março de 2012

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Ao sol da manhã
uma gota de orvalho
precioso diamante.
Matsuo Bashô 
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sábado, 10 de março de 2012

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.o fim do Inverno abriu a flor

serão pêssegos

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terça-feira, 6 de março de 2012

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parasitas na orquídea
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segunda-feira, 5 de março de 2012

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orquídea
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domingo, 4 de março de 2012

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.tulipa
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domingo, 26 de fevereiro de 2012

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sábado, 25 de fevereiro de 2012

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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

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Um Abraço de a.mar!
Hoje faz 39 anos que comecei a minha viagem em torno do Sol com esta configuração com que me apresento, porque nascer, nasci mesmo quando os meus pais nasceram ou antes quando nasceram os meus tetravós, ou melhor quando nasceu a vida na Terra ou mesmo antes quando nasceram as Estrelas ou quando nasceu o Universo ou ainda antes disso.
Como a qualquer momento posso perder esta configuração com que me reconheces, eu venho por este meio mandar
Um Abraço de Gosto Muito de Ti, Amigo deste meu Coração,
que um dia desta viagem pelo Universo bateu ao lado do teu e considera todos os Corações que batem como Amigos!
Cuida bem de ti alimentando com bem-estares o teu Coração!

a.mar


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sábado, 18 de fevereiro de 2012

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.sutra do coração
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

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Onde andas nuvem negra? Chuva adorada? Onde andas trovoada?
É só este céu azul vazio onde não acontece nada...
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

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O espaço e o tempo

" Penso no tipo de existência que os bosquímanos conduziram nesta região durante milhares de anos, vivendo regalados à base de frutos secos, roedores, folhas, lagartos, poças de água. Como será a estrutura mental de um aborígene?
Entre cada árvora ou objecto relevante na paisagem passam horas de caminho. Que pode acontecer entretanto que lhes ocupe a atenção? Que importância dão à passagem do tempo? E que noção têm do espaço? Devem possuir uma facilidade impressionante para a abstracção, caminham durante horas e nada acontece que os obrigue a focar a atenção, a direccionar os pensamentos num dado sentido.
Por contraste, que díficil deve ser para um indiano divagar. Imagino a atenção constante e inconsciente ao fluxo de gente, ao barulho, à alegria, à arquitectura, aos mercados, às ruas da Índia. Imagino o esforço de um indiano para se abstrair do cheiro das especiarias, do ritual religioso, do excesso de cores e formas, da casa apinhada de primos, da bisavó que canta do bébé que chora. Como se distanciar do excesso de vida na Índia? Daí a enorme importância da meditação, ou seja, técnicas de concentrar a mente num ponto de fuga. A meditação é a única forma de privacidade do indiano, a única viagem possível da Ásia até às planícies desoladas e surreais das várias 'namaqualandas' da mente."


in 'Expresso', de 10 de Junho de 2006
"Um dia a mais em Namaqualand"
por Gonçalo Cadilhe

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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

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