quinta-feira, 12 de março de 2009
(...)- Já aqui damos à segurança cada vez mais importância.
Os imperadores romanos cunhavam moeda – foi a primeira moeda única da Europa – que num lado tinha a cara deles e no outro a representação de uma deusa. No séc. I era a deusa Felicitas. No séc. III, na maioria das moedas, figurava a deusa Securitas. É curioso que hoje também estejamos mais virados para a segurança.
- Mas é triste, não lhe parece?
Há já várias gerações habituámo-nos a viver bem em comparação com a vasta maioria da população do Mundo – metade nunca fez uma chamada telefónica. Se parte do Mundo que vive mal vier até aqui, esta geração vai apanhar um grande susto pois nunca foi confrontada com a adversidade.
(...)
Entrevista a Fernando Carvalho Rodrigues, na revista do Correio da Manhã de Domingo, 08 de Março de 2009
Os imperadores romanos cunhavam moeda – foi a primeira moeda única da Europa – que num lado tinha a cara deles e no outro a representação de uma deusa. No séc. I era a deusa Felicitas. No séc. III, na maioria das moedas, figurava a deusa Securitas. É curioso que hoje também estejamos mais virados para a segurança.
- Mas é triste, não lhe parece?
Há já várias gerações habituámo-nos a viver bem em comparação com a vasta maioria da população do Mundo – metade nunca fez uma chamada telefónica. Se parte do Mundo que vive mal vier até aqui, esta geração vai apanhar um grande susto pois nunca foi confrontada com a adversidade.
(...)
Entrevista a Fernando Carvalho Rodrigues, na revista do Correio da Manhã de Domingo, 08 de Março de 2009
Euforia
Eu Foria
Eu - palavra usada por aquele que fala ou escreve para se referir a si mesmo, quando, gramaticalmente, é o sujeito da oração;
simbolo químico do Európio.
eu - do grego- bom, bravo, nobre, regularmente, felizmente, bens, riquezas; p.ex. eucaliptos - bem+ kaluptós (coberto)
-foria- pospositivo, formador de substantivos relacionados com FORA ou FORO e a noção de 'levar', 'carregar à frente'
Euforia - PSICOP - estado caracterizado por alegria, despreocupação, optimismo e bem-estar físico, mas que não corresponde nem às condições de vida, nem ao estado físico objectivo; sintoma comum a várias patologias e também a algumas intoxicações (álcool, drogas), que se acredita contribuir para explicar a dependência; euforia do mar -MED- o m. q. Doença da Descompressão.
euforia - do grego - euphoría, 'capacidade de sustentar, de tolerar algo com facilidade, produzir; fecundidade'.
quarta-feira, 11 de março de 2009
H2O 
consigo perceber que é magnífico respirar.
Entra o Ó pela minha conduta respiratória.
Há em mim por todo o lado um H de Humano e outro H de Hora a que o Homem se juntou com Amor à Mulher.
E dois agás e um ó juntos são qualquer coisa tão fértil, que circula por todo o Mundo sempre a fluir, sempre a transformar-se, mais duro, menos duro, volátil.
Ainda há pouco tempo andava nas nuvens, caíu dura, às bolinhas geladas na minha Terra, dissolvi-a na minha sede e entrou para mim. Anda junto do meu Coração, Pulmão, Rim e vai sair de novo.
Vai de novo no fluir dos rios, mares e nuvens e meu corpo e corpos de árvores e sei lá mais onde.
Dou-me conta que é magnífico respirar!
E que dentro deste respirar dentro de mim tenho o Mundo.
Até a palavra Hidrogénio me faz pensar na hidrogenialidade.
é por isso é que é díficil desligar a mente.
Anda aqui tudo aos saltos... idéias, visões, emoções, memórias... tudo.
E a minha não-mente trabalha exactamente no mesmo lugar onde trabalha a mente.
Seja como for, tenho corpo e esta alma não trabalha em separado deste corpo com que nasci nesta vida.
E acho a minha mente engraçada, vai buscar umas idéias giras, encontra palavras, gere bem o meu corpo porque os meus gestos são suaves, gostam de aproveitar a direcção do vento e de olhar a beleza das coisas.
Anda aqui tudo aos saltos... idéias, visões, emoções, memórias... tudo.
E a minha não-mente trabalha exactamente no mesmo lugar onde trabalha a mente.
Seja como for, tenho corpo e esta alma não trabalha em separado deste corpo com que nasci nesta vida.
E acho a minha mente engraçada, vai buscar umas idéias giras, encontra palavras, gere bem o meu corpo porque os meus gestos são suaves, gostam de aproveitar a direcção do vento e de olhar a beleza das coisas.
terça-feira, 10 de março de 2009
segunda-feira, 9 de março de 2009

Fecho os olhos.
Sinto o bater do Coração.
Acordo e ilumino os pensamentos de amor.
O cérebro liga a produção de hormonas do amor que entram imediatamente em circulação.
Todas as células recebem este alimento neste momento.
Que se junta ao oxigénio, que ajuda a carburar, como nutriente para todas as células.
O corpo aquece.
Esta energia que se liberta vem perfumada com estas hormonas que o nosso corpo tem capacidade de produzir.
O carbono que sai de nós, sai acompanhado do amor que os nossos neurónios fazem circular
Imaginem toda a humanidade a carburar três refeições destas por dia, mesmo de dois ou três minutos.
Este nutriente a alimentar as nossas células.
E o Ar que sai de nós a circular nestes ventos ciclónicos e anti-ciclónicos de todos os hemisférios...
Conversa ao entrar para o banco.
Uma senhora 1 entrou, mas viu outras duas, que também queriam entrar.
Esperou com a porta aberta.
A senhora 3 era mais velha, vinha devagar:
- Ai, desculpe. Isto é a velhice. Demora-se mais tempo.
- Não se preocupe. Tomáramos nós todos lá chegar. Já não chegamos. Vocês são da geração do frango assado, nós dos hamburgueres da MacDonalds. Já não chegamos lá.
No meu pensamento:
Imaginei os senhores da geração dela agarrados ao frango, capazes de comer um frango inteiro, ou pelo menos meio (e eu, também comía).
E pensei no tamanho do hamburguer da MacDonalds, que é fino, e que estes senhores do frango até reclamam de ser tão fino.
Pelo menos vamos no bom caminho. A quantidade de carne ingerida é bastante menor.
Bendito MacDonalds! Que, mesmo que seja por questões económicas, vais ensinando as gerações a comer menos carne!
Uma senhora 1 entrou, mas viu outras duas, que também queriam entrar.
Esperou com a porta aberta.
A senhora 3 era mais velha, vinha devagar:
- Ai, desculpe. Isto é a velhice. Demora-se mais tempo.
- Não se preocupe. Tomáramos nós todos lá chegar. Já não chegamos. Vocês são da geração do frango assado, nós dos hamburgueres da MacDonalds. Já não chegamos lá.
No meu pensamento:
Imaginei os senhores da geração dela agarrados ao frango, capazes de comer um frango inteiro, ou pelo menos meio (e eu, também comía).
E pensei no tamanho do hamburguer da MacDonalds, que é fino, e que estes senhores do frango até reclamam de ser tão fino.
Pelo menos vamos no bom caminho. A quantidade de carne ingerida é bastante menor.
Bendito MacDonalds! Que, mesmo que seja por questões económicas, vais ensinando as gerações a comer menos carne!
sexta-feira, 6 de março de 2009
portfolio
Glossário:
Termo de origem anglo-saxônica que designa o conjunto de títulos e acções de um investidor, individual ou institucional.
Ou: Documento formal que apresenta as experiências de aprendizagem fora da escola, sendo utilizado para solicitar reconhecimento académico da aprendizagem experimental.
quinta-feira, 5 de março de 2009
Estamos entalados entre o anticiclone dos Açores (centro de altas pressões) e dois centros de baixas pressões, um sobre Marrocos e outro sobre o Sul de França.
Visto que o vento é a deslocação do ar das altas para as baixas pressões, lá estamos nós no corredor de passagem.
Vai Tudo a Voar!!!
InFOrmações
A = ANTICICLONE = PRESSÃO ATMOSFÉRICA ALTA
B = CICLONE = PRESSÃO ATMOSFÉRICA BAIXA
ANTICICLONE - Pressão máxima relativa. Área de pressão que diverge os ventos numa rotação oposta à rotação da Terra. Move-se no sentido horário no Hemisfério Norte e no sentido anti-horário no Hemisfério Sul.
CICLONE - Sistema de Área de baixa pressão atmosférica em seu centro com circulação fechada, em que os ventos sopram para dentro, ao redor deste centro. No Hemisfério Norte os ventos giram no sentido anti-horário e no Hemisfério Sul giram no sentido dos ponteiros dos relógios.
AS ISÓBARAS
ISÓ = O MESMO OU IGUAL
BARAS = PRESSÃO
Se tomássemos as pressões atmosféricas em diferentes pontos do planeta e as reflectíssemos sobre um mapa, unindo as zonas com a mesma pressão atmosférica, veríamos um conjunto de linhas, a estas linhas as chamaríamos de ISÓBARAS.Estas ISÓBARAS podem estar influenciadas por um ANTICICLONE ou por um CICLONE
DISTÂNCIA ENTRE ISÓBARAS
A distância entre ISÓBARAS indicará a velocidade e a intensidade do vento, isto quer dizer que o vento é forte onde as ISÓBARAS estão muito juntas e fraco onde estão separadas.
A análise destas ISÓBARAS, pode também ajudar na pesca, sabendo que elas nos indicam a pressão.
A INFLUÊNCIA DA PRESSÃO ATMOSFÉRICA SOBRE OS PEIXES:
O comportamento dos peixes é influenciado basicamente pela pressão atmosférica, a temperatura ambiente das águas e dos ventos, da seguinte forma:
TEMPERATURA: quanto maior, menor é a pressão;
DENSIDADE: quanto maior, maior é a pressão;
HUMIDADE: quanto maior, menor é a pressão;
LATITUDE: quanto mais alta, maior é a pressão.
Assim, naqueles dias em que o peixe não quer comer ou não ataca a isca, talvez seja porque um desses factores esteja a influenciar o seu comportamento.
Grau
Designação
km/h
Aspecto do mar
Efeitos em terra
0
Calmaria
0 a 1
Espelhado
Fumo sobe na vertical
1
Bafagem
2 a 6
Pequenas rugas na superfície do mar
Fumo indica direcção do vento
2
Aragem
7 a 12
Ligeira ondulação sem rebentação
As folhas das árvores movem; os moinhos começam a trabalhar
3
Fraco
13 a 18
Ondulação até 60 cm, com alguns carneiros
As folhas agitam-se e as bandeiras desfraldam ao vento
4
Moderado
19 a 26
Ondulação até 1.5 m, carneiros frequentes
Poeira e pequenos papéis levantados; movem-se os galhos das árvores
5
Fresco
27 a 35
Ondulação até 2.5 m, muitos carneiros
Movimentação de árvores pequenas; superfície dos lagos ondula
6
Muito Fresco
36 a 44
Ondas grandes até 3.5 m; borrifos
Movem-se os ramos das árvores; dificuldade em manter um guarda chuva aberto
7
Forte
45 a 54
Mar revolto até 4.5 m com espuma e borrifos
Movem-se as árvores grandes; dificuldade em andar contra o vento
8
Muito Forte
55 a 65
Mar revolto até 7.5 m com rebentação e faixas de espuma
Quebram-se galhos de árvores; circulação de pessoas difícil
9
Duro
66 a 77
Mar revolto até 9 m; borrifos afectam visibilidade
Danos em árvores; impossível andar contra o vento
10
Muito Duro
78 a 90
Mar revolto até 12 m; superfície do mar branca
Árvores arrancadas; danos na estrutura de construções
11
Tempestade
91 a 104
Mar revolto até 14 m; pequenos navios sobem nas vagas
Estragos abundantes em telhados e árvores
12
Furacão
> 105
Mar todo de espuma; visibilidade nula
Grandes estragos
Outro sítio com informações
segunda-feira, 2 de março de 2009
no princípio não havia nada
(bem... haveria qualquer coisa, pois na Natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se tranforma)
depois vieram os dias da criação. em cada dia se cria o que cada dia é.
Fez-se Luz.
e a Luz deixou que os meus olhos vissem o brilho dos teus olhos.
Trocámos brilhos.
Tocá-mo-nos a primeira vez.
Quando juntas a semente ao interior da Terra, nunca sabes como vai ser a planta, como vai ser a vida dela, se vai crescer ou não.
Depende tudo de tanta coisa...
Ela só vai ser um nadinha daquilo que eu perspectivei quando a juntei, informe, à Terra, para aí uns dois por cento.
demora tanto tempo até aparecer o rebento.
E o rebento não tem nada a ver com a semente e não terá nada a ver com a planta e muito menos com o fruto.
Mas todos são feitos da mesma coisa.
É como a apaixonação.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
d "a insustentável leveza do ser"
"(...)Numa aula de trabalhos prácticos de física, qualquer aluno pode fazer uma experiência para confirmar uma dada hipótese científica. Mas o homem, porque só tem uma vida, não tem qualquer possibilidade de verificar as hipóteses através da experiência e nunca poderá saber se teve ou não razão em obedecer aos seus sentimentos. (...)
(...) Achamos todos impensável que o grande amor da nossa vida seja algo de leve, algo que não pesa nada; supomos que já estava escrito que o nosso amor tinha de ser o que é.(...)
(...)Fora portanto necessária toda uma série de seis acasos para fazer chegar Tomás até Tereza, como se, entregue a si próprio, nunca tivesse podido encontrá-la.
Regressara à Boémia por causa dela. Uma decisão tão fatal tinha a sua raiz num amor a tal ponto furtuito que nem sequer existiria se, há sete anos, o chefe do serviço não tivesse uma ciática.(...)
(...)As vertigens não são o medo de cair. É a voz do vazio por debaixo de nós que nos enfeitiça e atrai, o desejo de cair do qual, logo a seguir, nos protegemos com pavor.(...)
(...)Quem cai quer dizer:«Levanta-me!»"
"(...)Numa aula de trabalhos prácticos de física, qualquer aluno pode fazer uma experiência para confirmar uma dada hipótese científica. Mas o homem, porque só tem uma vida, não tem qualquer possibilidade de verificar as hipóteses através da experiência e nunca poderá saber se teve ou não razão em obedecer aos seus sentimentos. (...)
(...) Achamos todos impensável que o grande amor da nossa vida seja algo de leve, algo que não pesa nada; supomos que já estava escrito que o nosso amor tinha de ser o que é.(...)
(...)Fora portanto necessária toda uma série de seis acasos para fazer chegar Tomás até Tereza, como se, entregue a si próprio, nunca tivesse podido encontrá-la.
Regressara à Boémia por causa dela. Uma decisão tão fatal tinha a sua raiz num amor a tal ponto furtuito que nem sequer existiria se, há sete anos, o chefe do serviço não tivesse uma ciática.(...)
(...)As vertigens não são o medo de cair. É a voz do vazio por debaixo de nós que nos enfeitiça e atrai, o desejo de cair do qual, logo a seguir, nos protegemos com pavor.(...)
(...)Quem cai quer dizer:«Levanta-me!»"
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Subscrever:
Mensagens (Atom)

