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tenho uma vaga impressão que grande parte dos conselhos / sugestões / opiniões que damos são mesmo é para nós próprios ouvirmos:
"É mt importante libertar-m! Abrir o meu coração para o mundo! Assim como quando estamos num acto de amor e nos entregamos completamente e rejubilamos em sentimentos de profunda união.
Liberto o meu Coração! Abro-o! Eu mereço essa plenitude!
Fazer de cada acto dos meus dias um acto de amor!"
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terça-feira, 30 de novembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
terça-feira, 23 de novembro de 2010
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
sábado, 13 de novembro de 2010
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A luz de uma cor que recebo talvez desenvolva no meu interior, no intuito de equilíbrio, a sua complementar.
Os monges rodeiam-se de laranja talvez para que interiormente estejam cheios de azul celeste.
A luz rosa é estimulante do coração. Dentro do nosso interior, para alcansar a luz branca, criar-se-à o verde, cor da harmonia.
As pessoas vestem-se de negro talvez para estimularem a luz branca no seu interior.
E as pessoas que se vestem de branco estimulam a sombra em nós, tão útil para nos recolhermos.
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A luz de uma cor que recebo talvez desenvolva no meu interior, no intuito de equilíbrio, a sua complementar.
Os monges rodeiam-se de laranja talvez para que interiormente estejam cheios de azul celeste.
A luz rosa é estimulante do coração. Dentro do nosso interior, para alcansar a luz branca, criar-se-à o verde, cor da harmonia.
As pessoas vestem-se de negro talvez para estimularem a luz branca no seu interior.
E as pessoas que se vestem de branco estimulam a sombra em nós, tão útil para nos recolhermos.
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quarta-feira, 10 de novembro de 2010
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"O tempo pode ser influenciado. O tempo abranda quando olhamos uma flor. Talvez envelheçamos mais devagar, também.
Vale uma festa! Divulguem a notícia. Uma soirée de improviso!"
in "Anatomia de uma rosa" Sharman Apt Russel
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"O tempo pode ser influenciado. O tempo abranda quando olhamos uma flor. Talvez envelheçamos mais devagar, também.
Vale uma festa! Divulguem a notícia. Uma soirée de improviso!"
in "Anatomia de uma rosa" Sharman Apt Russel
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terça-feira, 9 de novembro de 2010
sábado, 6 de novembro de 2010
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
terça-feira, 2 de novembro de 2010
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E há mais coisas entre o céu e a terra do que aquelas que podemos ver com o nosso equipamento!
Por exemplo, a parte visível ao nosso olho do espectro da energia do Sol é uma pequena parte da sua totalidade. Além do visível, existem os ultravioletas, os raio x, os raios gamma e os infravermelhos e ondas de rádio.
E, quando fechamos os olhos, estamos a cortar o canal de informação, de entre todos os nossos sentidos, o mais directo ao nosso cérebro e mais conceptualizado e minucioso (no caso de termos os cinco sentidos, claro). O do som também é curto, mas como os olhos vão à frente, a definição dos sons fica para segundo lugar. São muito úteis à nossa visão periférica. Sim, pois o nosso foco de atenção visual é uma pequena área no nosso amplo campo de visão. Todo o resto do campo visual são apenas manchas.
Portanto, quando fechamos os olhos, estamos a limitar a utilização do pensamento rápido, directo, funcional cerebral.
A aromoterapia desperta o sentido do olfacto e os pés bem assentes no chão ajudam a que todo o corpo fique mais desperto, a pele é o grande orgão do tacto e os pés estão tão lá longe do cérebro... e é tão importante a nossa sensibilidade nos passos que damos.
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E há mais coisas entre o céu e a terra do que aquelas que podemos ver com o nosso equipamento!
Por exemplo, a parte visível ao nosso olho do espectro da energia do Sol é uma pequena parte da sua totalidade. Além do visível, existem os ultravioletas, os raio x, os raios gamma e os infravermelhos e ondas de rádio.
E, quando fechamos os olhos, estamos a cortar o canal de informação, de entre todos os nossos sentidos, o mais directo ao nosso cérebro e mais conceptualizado e minucioso (no caso de termos os cinco sentidos, claro). O do som também é curto, mas como os olhos vão à frente, a definição dos sons fica para segundo lugar. São muito úteis à nossa visão periférica. Sim, pois o nosso foco de atenção visual é uma pequena área no nosso amplo campo de visão. Todo o resto do campo visual são apenas manchas.Portanto, quando fechamos os olhos, estamos a limitar a utilização do pensamento rápido, directo, funcional cerebral.
A aromoterapia desperta o sentido do olfacto e os pés bem assentes no chão ajudam a que todo o corpo fique mais desperto, a pele é o grande orgão do tacto e os pés estão tão lá longe do cérebro... e é tão importante a nossa sensibilidade nos passos que damos.
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quinta-feira, 28 de outubro de 2010
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«O próximo exercício é
"Sorrir, libertar.
Ao inalar, eu sorrio; ao soltar o ar, eu relaxo. Ao inalar, sorrio para o meu corpo; ao soltar o ar, acalmo o meu corpo. Ao inalar, sorrio para os meus sentimentos; ao soltar o ar, acalmo os meus sentimentos.
Sorrir, libertar." Sorrir é uma prática eficaz. Mesmo sem se sentir plenamente feliz para poder sorrir, porque sorrir é uma prática do ioga.
Pratico a ioga da boca. Mesmo que não esteja alegre, sorrir ajuda a relaxar os músculos do rosto, quando estou zangado ou com medo, os músculos ficam tensos. Se olhar para o espelho nesse momento, conseguirei ver a tensão no rosto. Entretanto, se souber como respirar e sorrir, a tensão logo desaparecerá e sentirei-me bem melhor.
Posso ajudar uma pessoa tensa sorrindo para ela, o que fará com que ela se sinta melhor.
"Ao inalar eu sorrio. Ao soltar o ar, abandono a tensão."
Thich Nhat Hanh em "A arte do poder". »
in "Em busca de prajna"
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«O próximo exercício é
"Sorrir, libertar.
Ao inalar, eu sorrio; ao soltar o ar, eu relaxo. Ao inalar, sorrio para o meu corpo; ao soltar o ar, acalmo o meu corpo. Ao inalar, sorrio para os meus sentimentos; ao soltar o ar, acalmo os meus sentimentos.
Sorrir, libertar." Sorrir é uma prática eficaz. Mesmo sem se sentir plenamente feliz para poder sorrir, porque sorrir é uma prática do ioga.
Pratico a ioga da boca. Mesmo que não esteja alegre, sorrir ajuda a relaxar os músculos do rosto, quando estou zangado ou com medo, os músculos ficam tensos. Se olhar para o espelho nesse momento, conseguirei ver a tensão no rosto. Entretanto, se souber como respirar e sorrir, a tensão logo desaparecerá e sentirei-me bem melhor.
Posso ajudar uma pessoa tensa sorrindo para ela, o que fará com que ela se sinta melhor.
"Ao inalar eu sorrio. Ao soltar o ar, abandono a tensão."
Thich Nhat Hanh em "A arte do poder". »
in "Em busca de prajna"
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terça-feira, 26 de outubro de 2010
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
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" Shun: Portanto, de quem é o meu corpo, se não é meu?
Zheng: É uma forma fornecida pelo Céu e pela Terra. A vida não vos pertence: é uma harmonia dada pelo Céu e pela Terra. A natureza não vos pertence: é fornecida pelo Universo. Vossos descendentes não vos pertencem: são apenas mudas confiadas pelo Universo."
in "tratado do vazio perfeito" de Lie Tse
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" Shun: Portanto, de quem é o meu corpo, se não é meu?
Zheng: É uma forma fornecida pelo Céu e pela Terra. A vida não vos pertence: é uma harmonia dada pelo Céu e pela Terra. A natureza não vos pertence: é fornecida pelo Universo. Vossos descendentes não vos pertencem: são apenas mudas confiadas pelo Universo."
in "tratado do vazio perfeito" de Lie Tse
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quarta-feira, 20 de outubro de 2010
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« - Yang Zhu disse: "Cem anos é a longevidade máxima, que menos de uma pessoa em mil atinge. Para aquele que a atinge, uma infância de que é preciso cuidar e uma velhice confusa e impotente ocupam a metade do tempo. O nada das noites passadas dormindo e o desperdício dos dias passados a cochilar ocupam a metade do que resta. Dores, doenças, lutos, males, perdas, fracassos, tristeza e preocupações também ocupam a metade do que resta. Só sobra uma hora livre de qualquer preocupação nos dez anos e pouco deveriam restar para a pessoa. Isso é vida? Onde está a alegria? Na beleza, na bondade, nos sons, nas cores? Beleza e bondade não são eternas. Os sons e as cores cansam. Além do mais, recompensas e castigos estimulam e freiam, renome e leis impõem obrigações. Pertubada, a pessoa desperdiça o seu tempo para obter elogios vazios e honras póstumas. Renuncia aos prazeres dos ouvidos e dos olhos em nome dos princípios relativos ao corpo. Perde a alegria suprema do presente, incapaz de dominar, nem que seja uma hora, o instante. É semelhante vida melhor que a de um preso acorrentado?. Conhecia-se na Alta Antiguidade a brevidade da vida que todos sabiam que se apressava à morte. É por isso que os actos estavam de acordo com os sentimentos. Ninguém resistia às suas inclinações. Ninguém repudiava o que agradava ao corpo. É por isso que ninguém procurava o renome e todos se deixavam guiar pela natureza. As pessoas deixavam que as inclinções se realizassem. Uma vez que o renome póstumo não era procurado, os castigos não tinham efeito. Não havia preocupações com os elogios passados ou futuros, nem com a duração da vida."»
in "tratado do vazio perfeito" de Lis Tse
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« - Yang Zhu disse: "Cem anos é a longevidade máxima, que menos de uma pessoa em mil atinge. Para aquele que a atinge, uma infância de que é preciso cuidar e uma velhice confusa e impotente ocupam a metade do tempo. O nada das noites passadas dormindo e o desperdício dos dias passados a cochilar ocupam a metade do que resta. Dores, doenças, lutos, males, perdas, fracassos, tristeza e preocupações também ocupam a metade do que resta. Só sobra uma hora livre de qualquer preocupação nos dez anos e pouco deveriam restar para a pessoa. Isso é vida? Onde está a alegria? Na beleza, na bondade, nos sons, nas cores? Beleza e bondade não são eternas. Os sons e as cores cansam. Além do mais, recompensas e castigos estimulam e freiam, renome e leis impõem obrigações. Pertubada, a pessoa desperdiça o seu tempo para obter elogios vazios e honras póstumas. Renuncia aos prazeres dos ouvidos e dos olhos em nome dos princípios relativos ao corpo. Perde a alegria suprema do presente, incapaz de dominar, nem que seja uma hora, o instante. É semelhante vida melhor que a de um preso acorrentado?. Conhecia-se na Alta Antiguidade a brevidade da vida que todos sabiam que se apressava à morte. É por isso que os actos estavam de acordo com os sentimentos. Ninguém resistia às suas inclinações. Ninguém repudiava o que agradava ao corpo. É por isso que ninguém procurava o renome e todos se deixavam guiar pela natureza. As pessoas deixavam que as inclinções se realizassem. Uma vez que o renome póstumo não era procurado, os castigos não tinham efeito. Não havia preocupações com os elogios passados ou futuros, nem com a duração da vida."»
in "tratado do vazio perfeito" de Lis Tse
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terça-feira, 19 de outubro de 2010
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« - Yu, o Grande, disse: "Entre as seis conjunções (quatro pontos cardeais, o zênite e o nadir) e os quatro mares, a luz é produzida pelo Sol e pela Lua, o tempo é medido pelos astros, as épocas são marcadas pelas estações, os compromissos pelo ano joviano*. Os seres criados por um espírito têm formas variadas, alguns morrem jovens, outros velhos. Só as pessoas prudentes podem compreender essa Via."
Xia Ji disse: " Mas existem também seres não criados por um espírito, formas não criadas pelo Yin e pelo Yang, claridades que não são criadas pela Lua ou pelo Sol, mortes prematuras não causadas por um matador, vidas longas que não são o resultado de cuidados, alimentos não tirados dos cereais, roupas não cortadas na seda, viagens efectuadas sem barco nem carro. Tal via é a da Natureza, e as pessoas prudentes não a compreendem."
*O ano joviano é o tempo gasto por Júpiter para descrever a sua órbita. Vale 11,86 anos. Os chineses, na antiguidade, atribuíam doze ano terrestres.»
in "Tratado do vazio perfeito" de Lie Tse
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« - Yu, o Grande, disse: "Entre as seis conjunções (quatro pontos cardeais, o zênite e o nadir) e os quatro mares, a luz é produzida pelo Sol e pela Lua, o tempo é medido pelos astros, as épocas são marcadas pelas estações, os compromissos pelo ano joviano*. Os seres criados por um espírito têm formas variadas, alguns morrem jovens, outros velhos. Só as pessoas prudentes podem compreender essa Via."
Xia Ji disse: " Mas existem também seres não criados por um espírito, formas não criadas pelo Yin e pelo Yang, claridades que não são criadas pela Lua ou pelo Sol, mortes prematuras não causadas por um matador, vidas longas que não são o resultado de cuidados, alimentos não tirados dos cereais, roupas não cortadas na seda, viagens efectuadas sem barco nem carro. Tal via é a da Natureza, e as pessoas prudentes não a compreendem."
*O ano joviano é o tempo gasto por Júpiter para descrever a sua órbita. Vale 11,86 anos. Os chineses, na antiguidade, atribuíam doze ano terrestres.»
in "Tratado do vazio perfeito" de Lie Tse
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domingo, 17 de outubro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
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"Uma palavra do Universo, a mensagem de uma gota de orvalho,
desce nesta cabeça de alfinete de uma erva desconhecida.
A criação começa aqui, vinda ao mundo
na forma de cada ser-rebento.
Agora encontro-me com um acontecimento infinitamente antigo
a queda de uma gota de orvalho na brisa sobre uma pedra.
Tendo sido guiado até aqui por este acto sem voz,
a fonte de todas as fontes.
Ah! É isto, agora sou encontro e vida!
Finalmente, experimentei esse derradeiro ponto de encontro dos nossos olhos cósmicos.
Um clarão de relâmpago agora mesmo,
acorda a nova aurora deste rebento."
Hôgen Yamahata
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quinta-feira, 14 de outubro de 2010
terça-feira, 12 de outubro de 2010
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materialização
mater realização
materialização:
s. f.
Acto ou efeito de materializar.
materializar
(material + -izar)
v. tr. e pron.
1.
Tornar(-se) material. = concretizar
2.
Embrutecer(-se).
3.
Tornar(-se) visível, tangível. = corporificar
v. tr.
4.
Considerar como material.
.
.
mater - é um termo formal para mãe - latim
realizar -
(real + -izar)
v. tr
1.
Tornar real, efectivo!efetivo.
2.
Efectuar! Efetuar, executar.
3.
Conceber duma maneira nítida, como real; dar-se conta.
4.
Converter em dinheiro ou em valor monetário.
5.
Cumprir com as obrigações.
6.
Proceder à realização de um filme, de uma emissão de televisão ou de rádio.
7.
Mús. Completar, numa partitura antiga, os acordes impostos pela sua nota de baixo cifrado. (Este trabalho era antigamente confiado ao copista.)
v. pron.
8.
Tornar-se real.
9.
Efectuar-se
10.
Acontecer..
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materialização
mater realização
materialização:
s. f.
Acto ou efeito de materializar.
materializar
(material + -izar)
v. tr. e pron.
1.
Tornar(-se) material. = concretizar
2.
Embrutecer(-se).
3.
Tornar(-se) visível, tangível. = corporificar
v. tr.
4.
Considerar como material.
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mater - é um termo formal para mãe - latim
realizar -
(real + -izar)
v. tr
1.
Tornar real, efectivo!efetivo.
2.
Efectuar! Efetuar, executar.
3.
Conceber duma maneira nítida, como real; dar-se conta.
4.
Converter em dinheiro ou em valor monetário.
5.
Cumprir com as obrigações.
6.
Proceder à realização de um filme, de uma emissão de televisão ou de rádio.
7.
Mús. Completar, numa partitura antiga, os acordes impostos pela sua nota de baixo cifrado. (Este trabalho era antigamente confiado ao copista.)
v. pron.
8.
Tornar-se real.
9.
Efectuar-se
10.
Acontecer..
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domingo, 10 de outubro de 2010
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
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