domingo, 21 de março de 2010
sábado, 20 de março de 2010
sexta-feira, 19 de março de 2010
quarta-feira, 17 de março de 2010
terça-feira, 16 de março de 2010
segunda-feira, 15 de março de 2010
domingo, 14 de março de 2010
"Estou a ver os números, mas ao mesmo tempo não os estou a ver. É estranho.
Estou a ver figuras, formas, padrões. Como se fosse um quadrado ou uma textura ou gotas de água ou ondulações. Como algo a ser reflectido. É qualquer coisa que podemos ver através dela, quase metálica como uma bolha algo meio embaciada. Um pouco como um clarão.
Os números sempre foram para mim algo de real.
desde os cinco anos que sempre vi através dos números. Eles são as minhas lentes. São a forma como vejo o mundo à minha volta.
Olho para qualquer coisa e digo: aquilo parece um cento e trinta e um, por exemplo. E aquilo parece um cinquenta e dois.
E penso sempre que é assim. Que toda a gente lida com os números. Que é normal.
Considero os números como meus amigos.
Eu conheço os números duma forma visual, utilizando cores, texturas, formas e feitios.
Sequências de números formam paisagens na minha mente. Simplesmente acontece.
O número Um, por exemplo, será um número muito brilhante. É quase como se algu´m apontasse uma lanterna para o meu rosto. É uma experiência muito interessante.
O número Dois é uma espécie de movimento, da direita para a esquerda, como um movimento de arrastamento.
O número Cinco é como o barulho de um trovão ou o som duma onda contra um rochedo.
O Seis é muito pequeno. Na verdade é o número que tenho mais dificuldade para sentir em qualqer espécie de forma visual significativa. Portanto é frequentemente a ausência do que quer que seja. É como um buraco ou um vazio ou um buraco negro.
O número Nove é o maior. É muito alto. Pode ser intimidante."
Daniel Paul Tammet in Odisseia

sábado, 13 de março de 2010
sexta-feira, 12 de março de 2010
quinta-feira, 11 de março de 2010
"Experimentamos as mesmas coisas por um período alargado de tempo e isso proporciona uma grande constância naquilo que vemos do mundo, mesmo quando os objectos são iluminados de forma diferente.
Os nossos maravilhosos cérebros conseguem subtrair e eliminar as alterações devidas à iluminação.
Usar a memória ajuda a estabilizar a cor. O formato do objecto afecta a percepção da cor, altera a nossa percepção de cor e pode ajudar-nos a atingir a constância de cor porque sabemos qual deve ser a cor do objecto."
in Odisseia
Os nossos maravilhosos cérebros conseguem subtrair e eliminar as alterações devidas à iluminação.
Usar a memória ajuda a estabilizar a cor. O formato do objecto afecta a percepção da cor, altera a nossa percepção de cor e pode ajudar-nos a atingir a constância de cor porque sabemos qual deve ser a cor do objecto."
in Odisseia
quarta-feira, 10 de março de 2010
terça-feira, 9 de março de 2010
segunda-feira, 8 de março de 2010
domingo, 7 de março de 2010
sábado, 6 de março de 2010
quinta-feira, 4 de março de 2010

Estive a ver um documentário sobre o Islão e pude observar que eles têm um centro uma orientação para onde se dirigir, Meca. Que já os portugueses, na altura dos descobrimentos marítimos, tinham a intenção de destruir, pois já sentiam ser um centro de poder.
Tem um objectivo de vida, como parte de uma comunidade, que é ir até lá, estar lá com Deus.
E até me surgiu na idéia que o facto de que, nos diversos espaços sagrados onde praticam a sua religião, eles separarem homens e mulheres. Eles separam as duas diferentes energias. Com essa separação eles mantêm mais protegida a energia masculina e a energia feminina nas suas essências próprias.
Claro que o homem comum dá asas às sua imaginação interesseira e vira conceitos a seu favor e surge o abuso do poder, mas na sua essência o conceito até parace útil à saudável conservação da natureza dos dois pólos.
E os rituais, as orações virados para Meca criam vectores de energia muito fortes para aquele centro, ponto de encontro do homem com Deus.
Meca é um grande íman.
quarta-feira, 3 de março de 2010
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