quarta-feira, 29 de abril de 2009

as andorinhas que me estão a ajudar a pintar



com parar

terça-feira, 28 de abril de 2009

segunda-feira, 27 de abril de 2009


domingo, 26 de abril de 2009


"Metro

A palavra metro tem origem no grego métron, que significa "o que mede".

O sistema métrico surgiu por volta do ano de 1790.
Antes disso, cada povo usava um sistema de unidades diferentes, o que, naturalmente, causava a maior confusão. Por exemplo: o mesmo comprimento era medido usando-se jardas e em outro com o uso de palmos, ou pés ou polegadas*. Cada um tem uma medida de pé diferente. O resultado disso tornava praticamente impossível a comunicação entre os povos.
Uma expedição de franceses ao equador resolveu a questão. Essa comissão decidiu que a unidade de medida de comprimento se chamaria metro, e que corresponderia a décima milionésima parte da distância do equador terrestre ao polo norte, medida ao longo de um meridiano.
Mas a medida da distância do equador ao polo não era nada práctica,e os cálculos os matemáticos teriam alguns erros.
Então em 1875 a unidade do Sistema Métrico foi definida a partir daconstrução uma barra de uma liga de platina com irídio, com duas marcas, cuja distância define o comprimento do metro, e para evitar a influência da temperatura, esta barra é mantida a zero graus centígrados, num museu na Suíça. Mas os cientistas não pararam por aí, no decorrer do tempo foram sendo propostas novas definições para o metro.
A última, e que passou a vigorar em 1983, é baseada na velocidade com que a luz se propaga no vácuo. Resumidamente, pode-se dizer que um metro corresponde a fração 1/300.000.000 da distância percorrida pela luz, no vácuo em um segundo."
O texto completo.

mediam-se as coisas à medida do corpo humano:
a polegada - medida da falange distal do polegar
o palmo
a jarda - a medida do nariz à ponta da mão
o pé
tudo muito pouco standarizado e muito variável.

depois institui-se o metro
a décima milionésima parte da distância do Polo Norte ao Equador

depois pegou-se numa medida que se convencionou e guardou-se em condições controladas num museu.

agora, desde 1983 um metro é a fracção 1/300 000 000 da distância percorrida pela luz, no vácuo, num segundo

Pergunta:
então, o metro tem ou não outra dimensão agora que já mete velocidade da luz e vácuo?
em que medida estas definições de medida reflectem o desenvolvimento do pensamento humano?

como é que se pode imaginar uma fracção 1/300 000 000 da velocidade da luz?

sábado, 25 de abril de 2009

eu não sei o que digo

25 de Abril 1974
Portugal é lindo.
A revolução que fizemos pela liberdade chama-se "Revolução dos Cravos".

Fazer um esforço por manter a cabeça aberta e livre de limitações, pelo menos o tempo que dura uma flor.

E todo o nosso sistema está regulado para a criação de anti-corpos a tudo o que venha interferir com o normal funcionamento, numa acção de sobrevivência.
A nossa atitude corporal reflete-se, mais uma vez pois as células que tomam conta do corpo são as mesmas que utilizamos para ter os entendimentos interiores, reflete-se na nossa atitude para com o nunca sentido. Quando ainda somos bem pequenos levamos as vacinas a ensinar o corpo a reagir contra.
Algures, em algum momento consegue-se desligar essa resistência.
E sentir os nossos guias.
Fazem-se analogias entre o céu e o nosso cérebro - há tantas estrelas no céu quantos neurónios no cérebro.
E há tanta semelhança entre o nosso cérebro abrir caminhos para as diversas funções, a prendendo a reagir a estímulos e a abertura de caminhos espirituais através da concentração e meditação. Caminhos que nos levam mais rápido ao reconhecimento de nós próprios, à abertura da nossa sensibilidade à energia que nos define (uma energia sem definição, ilimitada).
Sou mais coisas do que aquelas tenho consciência que sinto.

"(...)A percepção holística estará fora do tempo linear e do espaço tridimensional e, por conseguinte, não será reconhecida com facilidade. Precisamos praticar a experiência holística, para podermos reconhecê-la. A meditação é um dos meios de extrapolar os limites da mente linear e permite que a coerência de todas as coisas se torne uma realidade exponencial. Essa realidade é muito difícil de comunicar por intermédio de palavras, porque fazemos uso delas de um modo linear. Precisamos desenvolver um vocabulário por meio do qual possamos levarnos uns aos outros a essas experiências. Na meditação Zen Japonesa, os mestres dão aos discípulos uma frase curta para que se concentrem nela. A frase, chamada koan, destina-se a ajudar os alunos a ultrapassarem o pensamento linear. Eis aqui um dos meus favoritos:
Qual é o som de uma só mão batento palma?
A minha reacção a esse koan, tão conhecido, é ver-me estendida no universo, num modelo de som inaudito, que parece fluir para sempre.(...)
Mãos de luz
Barbara Ann Brennam"
dei por mim a pensar na democracia da internet.
Prontos... não é barato ter um computador, pagar um acesso a uma ligação,
mas o acesso a uma quantidade de informação com a facilidade de um clique não tem preço.
Sei que temos muitas dificuldades, somos um país pobre, com poucos recursos económicos, talvez daí os atrasos que sofremos (bem isto dos atrasos é uma coisa genética, acho eu, não há cerimónia que não tenha o seu atraso -mas o relógio também é uma construção deste mundo de máquinas, o qual sabemos passa um bocado grande ao lado da realidade - o atraso é relativo - se calhar, vamos bem mais à frente do que julgamos).
Falava dos atrasos na entrega dos Magalhães...
Magalhães- a nossa pequena caravela nos descobrimentos do mundo do conhecimento democrático!!!!!
Ele até pode nem ser engenheiro, uma coisa que abona em seu proveito, um engenheiro tem a sua carga negativa de apelidação. Ele até pode estar a ser um bocado em desfavor dos desprotegidos, mas bolas, ele está a dar para as mãos das nossas crianças o meio caminho andado para a democracia do conhecimento
- queres conhecer, tens aqui o meio de transporte, acesso a uma quantidade de conhecimentos que até aqui só se tinham se te deslocasses à biblioteca ou tivesses dinheiro para adquirir livros, pagar cursos, pagar viagens, etc. Uma quantidade de conhecimentos que podem ampliar o teu campo de actuação.
E Magalhães, o nosso navegador por mares nunca dantes navegados.
Eu até posso estar a ser muito ingénua.
Mas também sei que o governo das nações está nas mãos do dinheiro, não está nas mãos dos governantes.

ViVa o Sócrates (que até tem nome de grande filósofo!)

"Burro é aquele que lhe apontam o céu e ele olha para a ponta do dedo"

sexta-feira, 24 de abril de 2009




"(...) Aqueles cuja natureza está fixada não têm escapatória.
A Via do Universo é ora Yin ora Yang. O sistema dos homens prudentes é ora justiça ora humanidade. A natureza de um ser é ora dureza ora moleza. É assim que cada qual segue a sua natureza, sem escapatória. É por isso que existe o que engendra, o que forma, o que soa, o que colora, o que apimenta. Cada um desses existentes está submetido a um princípio que o faz agir. O que nasce é a morte, mas o princípio da vida é inerte. O que é formado é o fruto, mas o princípio da vida é impalpável. O que é soado é o som, mas o princípio do som é inaudível. O que é colorido é o ornamento, mas o princípio da cor é incolor. O que é apimentado é o sabor, mas o princípio do gosto é insípido. Cada um desses princípios é regido por uma inacção que pode produzir Yin, suave, curto, circular, vida, quente, profundo, agudo, aparecimento, azul, salgado, perfume e os seus contrários. Ignorante e impotente, essa inacção é omnisciente e omnipotente.(...)
tratado do vazio perfeito
Lie Tse"
Ao mesmo tempo que é Primavera aqui, é Outono na parte Sul do Planeta, há mesma hora nove daqui, é hora cinco noutro lugar. Ao mesmo tempo que é dia aqui, é noite noutra longitude. Ao mesmo tempo que uma coisa me está a dar prazer, pode estar a afectar negativamente o caminho da minha alma (embora este negativo seja também relativo, nada é negativo e nada é positivo absolutamente - o que é positivo é a acção, mas o princípio da acção positiva é inqualificável).

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Ás vezes sentimos a ansiedade de nos parecer que nos falta qualquer coisa, de que precisamos de qualquer coisa.
E essa ansiedade enche o peito e não nos deixa respirar fundo e descontrair.

"(...) O puro e o leve subiu e tornou-se o Céu, o impuro e pesado desceu e tornou-se a Terra. A harmonia do vazio e dos sopros produziu os humanos. Assim, uma vez que o Universo continha essências, os seres se transformaram e nasceram.
(...)
5. - Poder viver e morrer é uma alegria concedida pelo Céu. Poder morrer e morrer é uma alegria concedida pelo Céu. Poder viver e não viver é um castigo infligido pelo Céu. Poder morrer e não morrer é um castigo infligido pelo Céu. Poder viver e viver, poder morrer e morrer é uma questão de destino. Que a vida seja a vida e que a morte seja a morte não vem nem dos seres nem de nós, mas do destino. Não há nenhum meio de compreender isso, por isso se diz:

Profunda, ilimitada, a Via do Céu se junta.
Impassível, indivisível, a Via do Céu se governa.
O Céu e a Terra não podem ir contra isso.
Os sábios e os homens prudentes não podem fazer nada.
Os espectros e os espíritos não podem abusar disso.
O natural é silencioso, acabado, pacífico,
Sereno, vai para a frente.

tratado do vazio perfeito
Lie Tse"

quarta-feira, 22 de abril de 2009





"será esta escolha uma afirmação de quem eu sou,
de quem eu quero ser?"
baseado no "Conversas com deus? de Neale Donald Walcsh"
As vibrações passam as barreiras.

Video
琼英·卓玛 六字大明咒 嗡(ōng)嘛(má)呢(ní)叭(bei)咪(mī)吽(hōng)


Om mani padme hum
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Om mani padme hum é um dos mantras do Budismo; o mantra de seis sílabas do Bodisatva da compaixão: Avalokiteshvara. De origem indiana, de lá foi para o Tibete. O mantra é associado ao deus de 4 braços Shadakshari, uma das formas de Avalokiteshvara.
O Dalai Lama é tido como uma encarnação de Chenrezig ou Avalokiteshvara, por isso o mantra é especialmente entoado por seus devotos e é comumente esculpido em rochas e escrito em papéis que são inseridos em rodas de oração ("mani korlo" em tibetano) para potencializar seu efeito.
É o mantra mais entoado pelos budistas Tibete

Om mani padme hum
Om fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino dos deuses. O sofrimento do reino dos deuses surge da previsão da própria queda do reino dos deuses (isto é, de morrerem e renascerem em reinos inferiores). Este sofrimento vem do orgulho. É branco.


Ma fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino dos deuses guerreiros (sânsc. asuras). O sofrimento dos asuras é a briga constante. Este sofrimento vem da inveja. É azul.

Ni fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino humano. O sofrimento dos humanos é o nascimento, a doença, a velhice e a morte. Este sofrimento vem do desejo. É amarelo.

Pad fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino animal. O sofrimento dos animais é o da estupidez, da rapina de um sobre o outro, de ser morto pelos homens para obterem carne, peles, etc; e de ser morto pelas feras por dever. Este sofrimento vem da ignorância. É verde.

Me fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino dos fantasmas famintos (sânsc. pretas). O sofrimento dos fantasmas famintos é o da fome e o da sede. Este sofrimento vem da ganância. É vermelho.

Hum fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino do inferno. O sofrimento dos infernos é o calor e o frio. Este sofrimento vem da raiva ou do ódio. É negro.

Video
The Great Compassion Mantra - by Ani Choying Drolma

terça-feira, 21 de abril de 2009

Habilidade ou Habilitação Para Dar e Receber Amor

habilidade
s. f.
1. Qualidade daquele que é hábil.
2. Capacidade, inteligência.
3. Destreza.
4. Astúcia, manha.
5. Aptidão, engenho.

habilidades
s. f. pl.
6. Exercícios ginásticos de agilidade e destreza.
7. Sortes de prestidigitação, peloticas.

habilitação
s. f.
1. Acto ou efeito de habilitar ou habilitar-se.
2. Formalidades legais ou diligências que se fazem para se habilitar.
3. Título ou documento que habilita.habilitações
s. f. pl.
4. Conhecimentos precisos para requerer ou exercer algum cargo ou emprego.
habilitar - v. tr.
1. Dar capacidade legal a.
2. Tornar hábil ou apto a.
3. Prover (a outrém) do preciso (para um fim).
4. Preparar.
5. Autorizar.
v. pron.
6. Tomar habilitação.
7. Dispor-se, preparar-se.
8. Prover-se.
9. Jogar a lotaria.

segunda-feira, 20 de abril de 2009




Estava a ouvir a professora de anatomia a falar da qualidade plástica do nosso cérebro que permite que reaprendamos funcões do nosso corpo em caso de lesões cerebrais e nervosas.
Algumas ligações nervosas são cortadas, mas o nosso cérebro pode ter a capacidade de encontrar outras ligações que permitam finalizar a acção de forma semelhante.
Ele normalmente encontra o caminho mais rápido para executar a tarefa, mas em caso de se abrir um buraco a meio do caminho, ele, estimulado, vai tentar arranjar outro caminho, contornar o buraco.

A professora de massagem estava a explicar as diferentes técnicas a aplicar perante músculos inactivos, músculos activos e músculos exercitados (pessoas que não fazem exercício, pessoas que fazem algum exercício regular e pessoas com muita actividade física).

E eu estava a pensar hoje de manhã:
ora, estamos a falar que cada músculo tem uma grande quantidade de ligações nervosas dele com a central principal que gere as informações e acções, cérebro (sem específicar mais porque não vale a pena para o caso) que o fazem movimentar-se.
Se é um músculo inactivo, só uma ínfima parte das ligações nervosas estão acordadas.
A maior parte das células estão a dormir no músculo, no caminho e no cérebro.
Porque é que nos dói o exercício neste caso?
Porque é preciso despertar todas as células pelo caminho.
Quanto é que nos custa acordar de manhã?
No caso do músculo exercitado, o caso é o contrário. Está tudo bem desperto.
Quase todas as ligações estão acordadas e o movimento não custa nada. As informações correm abaixo acima percurrendo as ligações a boa velocidade, nem há dor, porque não há atrito nem barreiras.

Então se todas a ligações estão mais despertas não admira que a nossa consciência, o nosso racicínio esteja mais claro.
Existe mais actividade eléctrica no nosso cérebro. Existem mais neurónios despertos. Existe maior número de neurónios activos nesse momento.

E depois existe outra coisa que é a atenção.
É que dizia-se então que os desportistas seriam mais inteligentes que outros e muitas vezes esse não é o caso.
Não é que eles não sejam inteligentes, todos temos a mesma inteligência. Só que dirigimos a nossa atenção para coisas diversas. E os desportistas dirigem-na para o músculo. Para o fim de atingir uma meta do esforço físico.
As células do cérebro são as mesmas, as que trabalham para o físico trabalham para o pensamento. Quando estão ocupadas com a fisicidade não vão ocupar-se do intelecto. Conseguimos a proeza de o fazer, porque temos milhões de células que trabalham a uma velocidade fantástica e têm um sentido de poupança energética enorme.
Daí a gente sentir a nossa mente desperta depois dum momento de Yoga, por esxemplo.
As posições põem todos os músculos despertos e respectivas ligações e central de distribuição.

Beijinhos, Bom Dia
e mexam os músculos para despertar os neurónios e melhorar o espaço de movimento para os pensamentos.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

19

saber ninguém pode
o que o lago esconde
em seu fundo seio.
Assim guardes tu
o que saibas de outros.
Melhor inda: esquece-o.

POEMAS AMERÍNDIOS
mudados para português por
HERBERTO HELDER

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Envolvente delicadeza
do crescimento da videira










- Colar de cantos floridos -
1

Eis-me, chego a rir, rosto cheio de júbilo,
entrelaçam-se os meus cantos como flores,
desabrocham como elas.

Chego aonde se ergue a Flor Branca:
na tua mansão, na mansão das plantas e dos livros que brilham,
começa o canto: endireitam-se as flores perfumadas,
flores do canto claro.

Que chovam flores claras, que a luz envolva cada uma delas.

POEMAS AMERÍNDIOS
mudados para português por
HERBERTO HELDER




- Poema -

O rio passa, passa
e nunca cessa.
O vento passa, passa
e nunca cessa.
A vida passa:
nunca regressa.

POEMAS AMERÍNDIOS
mudados para português por
HERBERTO HELDER

quarta-feira, 15 de abril de 2009

- Canção -
(Pimas)

Água azul; heí-la.
Entrei nela.
Fiquei todo azul.

POEMAS AMERÍNDIOS
mudados para português por
HERBERTO HELDER

Fiquei a conhecer hoje aqui Evelyn Glennie
Como é que uma pessoa surda pode tocar assim...
Existe muito mais para além do que conseguimos ouvir...

E ouvir é completamente diferente de tocar...

Video Evelyn Glennie.

video

Depois veio o Sol tentar recuperar as nuvens que tinham acabado de cair em forma de granizo

terça-feira, 14 de abril de 2009

- Oração -
(Navajos)

Feliz possa caminhar.
Feliz com abundantes nuvens negras possa caminhar.
Feliz com abundantes chuvas possa caminhar.
Feliz com abundantes plantas possa caminhar.
Feliz por uma senda de pólen possa caminhar.
Feliz possa caminhar.
Como aconteceu em dias distantes possa agora caminhar.
Que de fronte de mim seja tudo belo.
Que atrás de mim seja tudo belo.
Que debaixo de mim seja tudo belo.
Que por cima de mim seja tudo belo.
Que derredor de mim seja tudo belo.
Belo belo acaba aqui.
Belo belo acaba aqui.

POEMAS AMERÍNDIOS
mudados para português por
HERBERTO HELDER

segunda-feira, 13 de abril de 2009

- Fórmula mágica -
(Iroqueses)

Estou mais forte, pára,
pára de atormentar-me, estou mais forte agora, pára,
tu que querias devorar-me, pára,
tenho uma poderosa magia agora, pára,
já não podes dominar-me, pára,
estou mais forte, pára,
tenho uma poderosa magia, estou mais forte agora, pára,
pára, estou mais forte agora, forte, forte, pára.


POEMAS AMERÍNDIOS
mudados para português por
HERBERTO HELDER
a cada ser que encontras de novo,
novas emoções, novos sentimentos, novos eus