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segunda-feira, 30 de outubro de 2006
quinta-feira, 26 de outubro de 2006
o que pretendo com a pintura?
a gente pega numa emoção e espeta-a numa tela,
perpétua-mo-la.
faz algum sentido?
faz algum sentido perpétuar uma emoção?
o que há de mais volátil e efémero na nossa vida,
de mais instável e impermanente? uma emoção?
mas o que é este mundo nosso, humano, sem a delicadeza de alguns trabalhos, da conjugação de algumas cores e algumas formas resultante de uma mente emocionada, dum coração acelerado por uma vivência profunda?
perpétua-mo-la.
faz algum sentido?
faz algum sentido perpétuar uma emoção?
o que há de mais volátil e efémero na nossa vida,
de mais instável e impermanente? uma emoção?
mas o que é este mundo nosso, humano, sem a delicadeza de alguns trabalhos, da conjugação de algumas cores e algumas formas resultante de uma mente emocionada, dum coração acelerado por uma vivência profunda?
terça-feira, 24 de outubro de 2006
estou vazia
nas minhas mãos transporto nada
ou melhor
só tenho pele, músculos, ossos, sangue, células
e vida a animar isto tudo
o mesmo que transporto no meu corpo
o que nele existe e faz dele o que é
no meu cérebro e sistema nervoso central
só transporto o nada
em que penso; o que quero; o que sinto
vagueiam no vazio do nada, desnorteados.
mas
só queria mesmo que tomasses atenção ao meu Coração!
é a única coisa que transporto no meu corpo, no meu pensamento
a bater, a tocar a música digna de ser ouvida, a vida,
o ritmo da vida
a.mar
nas minhas mãos transporto nada
ou melhor
só tenho pele, músculos, ossos, sangue, células
e vida a animar isto tudo
o mesmo que transporto no meu corpo
o que nele existe e faz dele o que é
no meu cérebro e sistema nervoso central
só transporto o nada
em que penso; o que quero; o que sinto
vagueiam no vazio do nada, desnorteados.
mas
só queria mesmo que tomasses atenção ao meu Coração!
é a única coisa que transporto no meu corpo, no meu pensamento
a bater, a tocar a música digna de ser ouvida, a vida,
o ritmo da vida
a.mar
segunda-feira, 23 de outubro de 2006
sábado, 21 de outubro de 2006
a ver o vento

antes víamos os ventos a trabalhar para alimentar o nosso corpo
agora trabalham as velas para alimentar o nosso conforto
domingo, 8 de outubro de 2006
quinta-feira, 5 de outubro de 2006
terça-feira, 3 de outubro de 2006
segunda-feira, 2 de outubro de 2006
sexta-feira, 29 de setembro de 2006
segunda-feira, 25 de setembro de 2006
sábado, 23 de setembro de 2006
Do nosso conhecido pai do satélite português, Carvalho Rodrigues:
“O Futuro Imperfeito,
com Um Riso
Passei toda a minha vida a olhar para o futuro. De tanto olhar, desejei o eterno. Morrer no infinito. Mas o infinito não se conjuga. Só tem presente. Nos tempos dos verbos, do futuro, só há o imperfeito. O Futuro é imperfeito. Agora do passado até há o mais-que-perfeito. Há o perfeito e por vergonha também o imperfeito. Todos queremos um passado mais que perfeito. Poucos querem o futuro porque já sabem que é imperfeito. Porque o passado não foi perfeito e do futuro só há o imperfeito, diz-se: vivo o dia a dia.
E, no entanto, eu não acredito em conhecimento da verdade que não tenha sido alcançado sem uma real possibilidade de erro. É bom ter o privilégio de ter ideias que não só são impopulares como até estão erradas.
O Futuro é do imperfeito.
Ninguém consegue desfrutar a vida neste mundo se não aceitar, com alguma medida, a imperfeição. A vida, apesar da imperfeição, é um continuado milagre.
Eu conheço quem dance. Quem dança acredita que aprende praticando. Praticar quer dizer executar passos, uma e outra vez, transpondo obstáculos, através de uma visão, de uma fé e de um desejo. A prática é um meio de convidar a dança até à perfeição. Aprende-se a chegar à perfeição, no futuro, praticando a dança até à exaustão. Aprende-se a viver praticando a vida. Sem nunca parar de aprender. Sem nunca ter o sentimento de ter chegado. Com o gosto da descoberta da beleza.
Está em tudo. Está no quente e sensual da mulher. A própria vida. Está no ritmado fluir da música. Está no momento fugaz do nascer do Sol. Está na terrível majestade da tempestade. Está numa equação. Está num quadro, num poema. Está no instinto que reside em cada coração. Está em acreditar, sem medo, nas pessoas. Está no olhar aberto de uma criança. Está no talento de cada um. Cada um de nós é um meio da sua expressão.
É preciso ter fé para fazer ciência, cantar e dançar. Acreditar que se podem fazer estas coisas não chega. O estudo e o trabalho fá-las-ão. A fé é, no entanto, a ferramenta mais poderosa do mundo. Eu acredito em acreditar.
As ideias não produzem efeito a não ser quando se acredita nelas tanto que levam à acção. Se assim não for, pensar é a tarefa para a preguiça. Até saber no que se acredita não é possível estabelecer objectivos, não é possível medir o progresso. A fé na vida é uma espécie de coragem que se lhe põe. E, da vida, o que conta é a coragem que se lhe põe. Eu acredito em ser generoso para a vida. Acredito nas grandes descobertas. Acredito nas pessoas.
A ciência pode libertar-nos do peso da natureza física da dor. Só o profundo respeito pela dignidade humana pode libertar-nos da miséria humana. Em ciência não patenteamos verdades, damo-las a todos.
E cada vez que as opiniões são respeitadas, as ideias valorizadas, a energia e o espírito põem-se de acordo para trabalhar o futuro. Será imperfeito. É uma tragédia que a imperfeição e o desespero tenham tantos porta-vozes e a esperança tão poucos.
Eu tenho que acreditar que sou feliz. O que o faz singular é que quando se está feliz não se diz a ninguém. A infelicidade comunica, fala, expressa-se muito mais.
Somos assim. Escondemos oportunidades. Propagandeamos os desaires. O mundo está triste. Queremos comprar tudo…
E eu lembrei-me de Clarence Davies: “Pode comprar-se o tempo de uma pessoa. Pode comprar-se a sua presença num lugar. Pode comprar-se um determinado número dos seus movimentos musculares durante algumas horas do dia. Mas não se pode comprar lealdade. Não se pode comprar a devoção e o afecto dos corações, dos espíritos e das almas. Essas têm que se ganhar”.
Eu, um destes dias, ouvi e vi o Bernardo a rir em frente à alvorada do futuro daquele dia. Era um riso de vida em frente do futuro imperfeito. Era um riso para ganhar almas e corações. Era um riso de amor e fé. E, entre muitas outras coisas, passei a acreditar no riso de um futuro inocentemente imperfeito.”
“Convoquem a alma”
Fernando Carvalho Rodrigues
“O Futuro Imperfeito,
com Um Riso
Passei toda a minha vida a olhar para o futuro. De tanto olhar, desejei o eterno. Morrer no infinito. Mas o infinito não se conjuga. Só tem presente. Nos tempos dos verbos, do futuro, só há o imperfeito. O Futuro é imperfeito. Agora do passado até há o mais-que-perfeito. Há o perfeito e por vergonha também o imperfeito. Todos queremos um passado mais que perfeito. Poucos querem o futuro porque já sabem que é imperfeito. Porque o passado não foi perfeito e do futuro só há o imperfeito, diz-se: vivo o dia a dia.
E, no entanto, eu não acredito em conhecimento da verdade que não tenha sido alcançado sem uma real possibilidade de erro. É bom ter o privilégio de ter ideias que não só são impopulares como até estão erradas.
O Futuro é do imperfeito.
Ninguém consegue desfrutar a vida neste mundo se não aceitar, com alguma medida, a imperfeição. A vida, apesar da imperfeição, é um continuado milagre.
Eu conheço quem dance. Quem dança acredita que aprende praticando. Praticar quer dizer executar passos, uma e outra vez, transpondo obstáculos, através de uma visão, de uma fé e de um desejo. A prática é um meio de convidar a dança até à perfeição. Aprende-se a chegar à perfeição, no futuro, praticando a dança até à exaustão. Aprende-se a viver praticando a vida. Sem nunca parar de aprender. Sem nunca ter o sentimento de ter chegado. Com o gosto da descoberta da beleza.
Está em tudo. Está no quente e sensual da mulher. A própria vida. Está no ritmado fluir da música. Está no momento fugaz do nascer do Sol. Está na terrível majestade da tempestade. Está numa equação. Está num quadro, num poema. Está no instinto que reside em cada coração. Está em acreditar, sem medo, nas pessoas. Está no olhar aberto de uma criança. Está no talento de cada um. Cada um de nós é um meio da sua expressão.
É preciso ter fé para fazer ciência, cantar e dançar. Acreditar que se podem fazer estas coisas não chega. O estudo e o trabalho fá-las-ão. A fé é, no entanto, a ferramenta mais poderosa do mundo. Eu acredito em acreditar.
As ideias não produzem efeito a não ser quando se acredita nelas tanto que levam à acção. Se assim não for, pensar é a tarefa para a preguiça. Até saber no que se acredita não é possível estabelecer objectivos, não é possível medir o progresso. A fé na vida é uma espécie de coragem que se lhe põe. E, da vida, o que conta é a coragem que se lhe põe. Eu acredito em ser generoso para a vida. Acredito nas grandes descobertas. Acredito nas pessoas.
A ciência pode libertar-nos do peso da natureza física da dor. Só o profundo respeito pela dignidade humana pode libertar-nos da miséria humana. Em ciência não patenteamos verdades, damo-las a todos.
E cada vez que as opiniões são respeitadas, as ideias valorizadas, a energia e o espírito põem-se de acordo para trabalhar o futuro. Será imperfeito. É uma tragédia que a imperfeição e o desespero tenham tantos porta-vozes e a esperança tão poucos.
Eu tenho que acreditar que sou feliz. O que o faz singular é que quando se está feliz não se diz a ninguém. A infelicidade comunica, fala, expressa-se muito mais.
Somos assim. Escondemos oportunidades. Propagandeamos os desaires. O mundo está triste. Queremos comprar tudo…
E eu lembrei-me de Clarence Davies: “Pode comprar-se o tempo de uma pessoa. Pode comprar-se a sua presença num lugar. Pode comprar-se um determinado número dos seus movimentos musculares durante algumas horas do dia. Mas não se pode comprar lealdade. Não se pode comprar a devoção e o afecto dos corações, dos espíritos e das almas. Essas têm que se ganhar”.
Eu, um destes dias, ouvi e vi o Bernardo a rir em frente à alvorada do futuro daquele dia. Era um riso de vida em frente do futuro imperfeito. Era um riso para ganhar almas e corações. Era um riso de amor e fé. E, entre muitas outras coisas, passei a acreditar no riso de um futuro inocentemente imperfeito.”
“Convoquem a alma”
Fernando Carvalho Rodrigues
sexta-feira, 22 de setembro de 2006
que névoa encobre a paisagem?
que vento levanta esta poeira?
que som ensurtecedor abafa a tua resposta à minha pergunta?
que frio é este que me obriga a enrolar-me no manto para não arrefecer?
como é que eu destapo os braços e os pasos para prosseguir caminho?
como é que paro o vento para a poeira assentar e ouvir o que me dizes e descobrir na paisagem o trilho que preparaste para eu passar?
ou continuo assim mesmo, como que de olhos fechados ouvidos tapados, corpo protegido do frio?
parece-me que cada vez que assento o pé no chão, a cada passo, mais poeira levanto, menos claro o ar, menos visível o caminho, mais isolada me sinto.
um passo, uma nuvem de invisibilidade...
será o embate do meu pé, a cada passo, forte demais para tanto pó?
que força tenho eu?
já sei...
paro!
espero que a poeira assente, se não me mexer, não levanto mais nuvens
a.mar
que vento levanta esta poeira?
que som ensurtecedor abafa a tua resposta à minha pergunta?
que frio é este que me obriga a enrolar-me no manto para não arrefecer?
como é que eu destapo os braços e os pasos para prosseguir caminho?
como é que paro o vento para a poeira assentar e ouvir o que me dizes e descobrir na paisagem o trilho que preparaste para eu passar?
ou continuo assim mesmo, como que de olhos fechados ouvidos tapados, corpo protegido do frio?
parece-me que cada vez que assento o pé no chão, a cada passo, mais poeira levanto, menos claro o ar, menos visível o caminho, mais isolada me sinto.
um passo, uma nuvem de invisibilidade...
será o embate do meu pé, a cada passo, forte demais para tanto pó?
que força tenho eu?
já sei...
paro!
espero que a poeira assente, se não me mexer, não levanto mais nuvens
a.mar
quinta-feira, 21 de setembro de 2006
sexta-feira, 8 de setembro de 2006
eis se não quando:cai uma bomba
lançam um grito
lanças entram nos ouvidos e cravam-se nos núcleos dos neurónios
e todos espalham através das fibras nervosas
um choque eléctrico a todas as partes do corpo,
um grito de dor, profundo e rápido
fico estática
o choque paralisa-me
o que é este grito?
o que é esta dor?
são flores que explodem, bombas de flores
de todas as cores
não foi um susto,
não provocou qualquer dor
o choque eléctrico foi o despertador:
“Está na hora de ACORDAR!!!
De LEVANTAR!!!
De PÔR O DIA A CORRER!!!
E as MÃOS e BRAÇOS e CORPO a MEXER!!!”
a mexer nas flores
a cheirar o perfume
a cuidar de explodir mais bombas, bombas de flores
por todo o lado
para todos acordarem
ao escutarem o clique do detonador
do Amor a ligar a bomba
que espalha a COR e a ALEGRIA de viver!!!
a.mar
um choque eléctrico a todas as partes do corpo,
um grito de dor, profundo e rápido
fico estática
o choque paralisa-me
o que é este grito?
o que é esta dor?
são flores que explodem, bombas de flores
de todas as cores
não foi um susto,
não provocou qualquer dor
o choque eléctrico foi o despertador:
“Está na hora de ACORDAR!!!
De LEVANTAR!!!
De PÔR O DIA A CORRER!!!
E as MÃOS e BRAÇOS e CORPO a MEXER!!!”
a mexer nas flores
a cheirar o perfume
a cuidar de explodir mais bombas, bombas de flores
por todo o lado
para todos acordarem
ao escutarem o clique do detonador
do Amor a ligar a bomba
que espalha a COR e a ALEGRIA de viver!!!
a.mar
terça-feira, 5 de setembro de 2006
das ondas da água do Mar na areia
igual ao desenho
das ondas das labaredas do fogo
igual ao desenho
das ondas da lava solidificada nas superfícies terrestres
igual ao desenho
das correntes de ar invisível do vento
igual ao desenho
das ondas das fibras musculares.
há, em algumas áreas, pontos em que se unem e dirigem
a sua força num sentido,
há, outras diferentes áreas em que os pontos se separam,
divergem as direcções dos segmentos e orientação,
e a área de acção aumenta e a força atenua-se.
Em todos os casos há oxigénio à mistura...
e ondas.
a.mar
quinta-feira, 31 de agosto de 2006
segunda-feira, 28 de agosto de 2006
sábado, 26 de agosto de 2006
segunda-feira, 21 de agosto de 2006
sábado, 19 de agosto de 2006
quarta-feira, 16 de agosto de 2006
quarta-feira, 9 de agosto de 2006

correr até aos sonhos
Francis Obikwelo
Francis Obirah Obikwelu (Onitsha, 22 de Novembro de 1978) é um atleta nascido na Nigéria e naturalizado português desde 2001. Obikwelu é especializado nos 100 e 200 metros. Venceu os 100m nos campeonatos europeus em 2006 com tempo de 9,99s. Ganhou também a prata na prova dos 100 m nos Jogos Olímpicos de Verão de 2004 em Atenas. Foi a primeira medalha de sempre para Portugal em provas rápidas e foi também o record Europeu dos 100m livres com uns impressionantes 9,84s.
Estava ilegal, ninguém "podia" dar-lhe a mão, teve que ir trabalhar para a construção civil,
mas há sempre alguém que se arrisca a ajudar...
Ele aí está, com toda a força de vontade a correr para onde um dia tinha sonhado.
Ele aí está, com toda a força de vontade a correr para onde um dia tinha sonhado.
terça-feira, 8 de agosto de 2006
segunda-feira, 7 de agosto de 2006
milhões de pessoas,
milhões de células,
milhões de formigas,
milhões de grãos de pólen,
milhões de folhas nas árvores
e milhões de alfaces,
milhões de palavras,
e quilómetros
e milhões de microorganismos
e bactérias
e milhões de litros de água
e milhões de toneladas de terra,
milhões de moléculas de oxigénio,
milhões de batimentos do coração
e traços dos desenhos
e estrelas do Universo.
a.mar
milhões de células,
milhões de formigas,
milhões de grãos de pólen,
milhões de folhas nas árvores
e milhões de alfaces,
milhões de palavras,
e quilómetros
e milhões de microorganismos
e bactérias
e milhões de litros de água
e milhões de toneladas de terra,
milhões de moléculas de oxigénio,
milhões de batimentos do coração
e traços dos desenhos
e estrelas do Universo.
a.mar
quarta-feira, 2 de agosto de 2006
domingo, 30 de julho de 2006
sexta-feira, 28 de julho de 2006
as crises que revelam os heróis
ainda não havia neste planeta americanos e já nós tínhamos grandes heróis aventureiros que escreveram as maiores epopeias da nossa história humana, portanto, nós, portugueses já estamos naquela fase em que Deus tira tudo o que se tem para se compreender o que é realmente importante na vida de uma pessoa, portanto, muito à frente dos americanos em termos de evolução. Eles, coitaditos, ainda andam no tempo, relativamente, dos povos bárbaros, a conquistar países pela força.
É ver a Condulisa Arroz a viajar para tudo quanto é país conflituoso para ver se arranja, tipo cigano, negócios para a venda da produção anual de armas do país dela. Isso é que é não desperdiçar oportunidades.
A senhora até tem o nome do alimento das vítimas da pobreza e das catástrofes naturais - Rice- .
Nós, portugueses, já estamos na fase da contemplação da riqueza dos vizinhos e das montras dos grandes centros comerciais ao fresco do ar condicionado, sim, porque está um calor dos diabos para andar lá fora a observar passarinhos no meio da natureza.
É ver a Condulisa Arroz a viajar para tudo quanto é país conflituoso para ver se arranja, tipo cigano, negócios para a venda da produção anual de armas do país dela. Isso é que é não desperdiçar oportunidades.
A senhora até tem o nome do alimento das vítimas da pobreza e das catástrofes naturais - Rice- .
Nós, portugueses, já estamos na fase da contemplação da riqueza dos vizinhos e das montras dos grandes centros comerciais ao fresco do ar condicionado, sim, porque está um calor dos diabos para andar lá fora a observar passarinhos no meio da natureza.
sexta-feira, 21 de julho de 2006
quarta-feira, 19 de julho de 2006
segunda-feira, 17 de julho de 2006
terça-feira, 11 de julho de 2006
sábado, 8 de julho de 2006
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